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	<title>Rafael Marin &#187; Acessibilidade</title>
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	<description>User experience designer, user interface designer, ux, ui</description>
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		<title>Campanhas arrogantes funcionam mesmo?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 14:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[É, meus velhos amigos, os ossos do nosso ofício são (além do cliente chato e dos prazos quase sempre curtos), infelizmente, as incompatibilidades entre dispositivos e browsers. Não dá para dizer que alguém tem culpa disso, e se tivesse, este alguém já está tomando providências.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É, meus velhos amigos, os ossos do nosso ofício são (além do cliente chato e dos prazos quase sempre curtos), infelizmente, as incompatibilidades entre dispositivos e <em>browsers</em>. Não dá para dizer que <a rel="external" href="http://www.microsoft.com">alguém</a> tem culpa disso, e se tivesse, este alguém já está tomando providências.</p>
<p>Muita gente infelizmente usa software ultrapassado, e não se incomoda com isso. Não é só sobre Internet Explorer 6, não. Muita gente que possui Windows autêntico sequer baixa atualizações. Dura realidade, companheiros. A gigante de Redmond até faz bem em manter compatibilidade retroativa de seus softwares, tendo em vista essa gente que não atualiza nem hardware nem software, mas isso gera um ônus que envolve o mundo inteiro.</p>
<p>Direcionando isso para Web, todos os browsers estão evoluindo bastante, e não se pode desconsiderar as últimas versões do Internet Explorer. Mas no final das contas, sempre sobra para nós, <em>front-side developers</em>. Quem se preocupa com compatibilidade não é o projetista, nem o designer, nem o programador. Somos nós. Sempre foi e sempre será assim, pois trabalhamos para fazer com que design e script se unam e, além de apenas aparecerem, aparecerem corretamente em qualquer circunstância.</p>
<p>Mas a revolução dos <em>standards</em> dos últimos anos leva a abordagens totalmente arrogantes aos antigos <em>browsers</em>, como exibir mensagens exigindo <em>upgrade</em> ou <em>switch</em> do navegador, exigindo determinada resolução de tela, plug-in ou profundidade de cor, <em>et cetera</em>. E, pensando cá com meus botões, onde fica a tal de acessibilidade? Isso também é acessibilidade, meus amigos.</p>
<p>Não é só o cego que precisa de atenção, quando se trata de Web. Nem aquele que possui dificuldades motoras. Internet Explorer 6, Symbian, Windows Mobile, Opera Mini, celulares, geladeiras, máquinas de costura, e tudo mais que se conecte à WWW é foco de acessibilidade.</p>
<p>Tudo bem, talvez não valha a pena adaptar seu site ao Internet Explorer 3, mas aí entram as métricas do seu site que lhe responderão. Eu estou tranqüilo quanto a isso. Testo meu blog em todos os navegadores e versões que aparecem no meu Analytics, em diferentes resoluções de tela. E já testei em alguns celulares também.</p>
<p>Houve tempos em que eu estaria a favor de <a href="http://www.403day.org">bloquear meu site para o Internet Explorer</a>, ou <a href="http://naked.dustindiaz.com/">despir meu CSS</a> só para provar como o meu site faz sentido mesmo sem visual. Isso qualquer um consegue ver, é só desativar os estilos. Quem usa Internet Explorer talvez não tenha culpa, e sinceramente é bastante contraditório pregar padrões Web em nome de acesso igual para todos e por outro lado participar desses tipos de manifestação.</p>
<p>Se eu tiver feito isso, me perdoem, eu estava fora de mim.</p>
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		<title>Photoshop Express: Flash que presta</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 11:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu e metade da torcida do Corinthians concordamos com veemência com a idéia de que Flash, em termos gerais, é coisa ruim. Deve haver um ótimo motivo para que o seu site seja todo feito em Flash. É um declaração aberta de que você não está nem aí para ranking nas buscas nem para o seu usuário. Mas tudo bem, este não é o assunto hoje. A novela do Flash é longa, e provavelmente não vai ter um final tão cedo. Contudo, não se pode discordar que, com o lançamento do Flex, mídia rica passou a ter um significado mais conciso. Se há alguem que está fazendo um bom proveito disto, esse alguém é a Adobe. O Buzzword, um processador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e metade da torcida do Corinthians concordamos com veemência com a idéia de que Flash, em termos gerais, é coisa ruim. Deve haver um ótimo motivo para que o seu site seja todo feito em Flash. É um declaração aberta de que você não está nem aí para ranking nas buscas nem para o seu usuário. Mas tudo bem, este não é o assunto hoje.</p>
<p>A novela do Flash é longa, e provavelmente não vai ter um final tão cedo. Contudo, não se pode discordar que, com o lançamento do Flex, mídia rica passou a ter um significado mais conciso. Se há alguem que está fazendo um bom proveito disto, esse alguém é a Adobe. O <a rel="external" href="http://www.buzzword.com">Buzzword</a>, um processador de texto de verdade (até a pouco o Google Docs era apenas um editor <acronym title="What You See Is What You Get">WYSIWYG</acronym>, pessoal), utiliza a tecnologia Flex e, segundo eles, são mesmo o primeiro processador de textos baseados em Web.</p>
<p>E agora um <em>sneak peek</em> do <a rel="external" href="https://www.photoshop.com/express">Photoshop Express</a> foi aberto ao público. Trata-se de uma evolução, e nós somos todos testemunhas. Ou estou enganado? Mostra mais que a ferramenta da Adobe é poderosa &#8211; que isso é fato. Mostra que a Web pode sim chegar um pouco mais perto do <em>desktop</em>.</p>
<p>A Adobe levou à Web um conjunto básico de recursos para edição de fotos on-line, tudo<em> di grátis</em>. A versão até agora tem pouca coisa mas já impressiona, pois mostra o poder escondido nessa plataforma.</p>
<p>Falo de Flash e Flex como dois irmãos muito próximos. Sim, são softwares diferentes e &#8211; teoricamente &#8211; possuem aplicações diferentes (tem gente que parece não saber disso). E não dá para dizer que Flash é um software ruim. Pelo contrário, é muito maduro e em certos propósitos (hipermídia, joguinhos, animação) é um aplicativo essencial.</p>
<p>Mas para a nossa Web, Flash só entra em certos casos. Flex é um exemplo de bom uso. Abertura e menu de navegação são exemplos de mau uso. Não se cria mídia rica só com XHTML e CSS. Javascript contribui e muito nesse caso, e é um bom concorrente ao ActionScript 3 do Flex, até pelo fato de JS e AS terem as mesmas raízes.</p>
<p>Mídia rica, ponto para você. Testem o Photoshop Express e tirem suas próprias conclusões.</p>
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		<title>Você já testou o seu site em um leitor de tela?</title>
		<link>http://rafaelmarin.com.br/leitor-de-tela/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 20:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste último fim de semana eu fiz uma experiência bem inusitada: testei o DOSVOX. O DOSVOX é um projeto do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ. Trata-se de um sistema operacional para deficientes visuais, daqueles que dizem tudo o que está na tela. Não é um leitor de tela, é um sistema operacional com vários recursos. Ele possui preenchedor de cheques, agenda telefônica, jogos, e muitas outras aplicações. Possui até clientes de Telnet e FTP, além de um mini-servidor Web. E claro, possui um software para navegar na Web &#8211; que foi o real motivo de ter baixado o programa. Finalmente eu senti na prática a necessidade de desenvolver sites acessíveis. Tremenda foi dificuldade de adaptação, que &#8220;li&#8221; alguns sites [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste último fim de semana eu fiz uma experiência bem inusitada: testei o <a href="http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/" rel="external">DOSVOX</a>. O DOSVOX é um projeto do <a href="http://www.nce.ufrj.br/" rel="external">Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ</a>. Trata-se de um sistema operacional para deficientes visuais, daqueles que dizem tudo o que está na tela. Não é um leitor de tela, é um sistema operacional com vários recursos.</p>
<p>Ele possui preenchedor de cheques, agenda telefônica, jogos, e muitas outras aplicações. Possui até clientes de Telnet e FTP, além de um mini-servidor Web. E claro, possui um software para navegar na Web &#8211; que foi o real motivo de ter baixado o programa.</p>
<p>Finalmente eu senti na prática  a necessidade de desenvolver sites acessíveis. Tremenda foi  dificuldade de adaptação, que &#8220;li&#8221; alguns sites e já caí fora. Em alguns deles, a navegação sequer aparecia (quando eram baseadas em mapas de imagem e em Flash). Em outros, eram tantas as <em>image-replacements</em> sem CSS que pouco conteúdo podia ser aproveitado.</p>
<p>Pelo pouco tempo que eu testei, minha experiência foi um tanto desmotivadora pois, depois de tanto tempo acostumado a ver tudo, ficar cego de repente é o cúmulo. Navegar no meu próprio blog, que até que é &#8220;acessível&#8221;, já foi difícil. Imagine alguém navegando em uma <em>tag soup</em>, que existe na maioria dos sites.</p>
<p>Hoje o post é curto, só para enfatizar a importância da acessibilidade do conteúdo na Web, e para convidar a todos os desenvolvedores a testarem os seus sites em leitores de tela.</p>
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