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	<title>Rafael Marin &#187; Resenhas</title>
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	<description>User experience designer, user interface designer, ux, ui</description>
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		<title>A importância de Steve Jobs para o design de experiência</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 22:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

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		<description><![CDATA[Tive a honra de receber da Editora Agir, do grupo Ediouro Publicações, um exemplar do livro A Cabeça de Steve Jobs, escrito por Leander Kahney. O livro é muito bom para todos os profissionais, pois mostra que não há espaço para desleixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a honra de receber da <a href="http://www.editoraagir.com.br">Editora Agir</a>, do grupo <a href="http://www.ediouro.com.br">Ediouro Publicações</a>, um exemplar do livro <a href="http://www.ediouro.com.br/acabecadestevejobs/">A Cabeça de Steve Jobs</a>, escrito por Leander Kahney. O livro possui tradução impecável, e conta a história da Apple sob o ponto de vista de Jobs. Steve revolucionou as indústrias da computação, da comunicação e &#8211; por que não &#8211; da moda, pensando em algo que antes não se considerava: a experiência de uso.</p>
<p>A experiência começa desde antes do primeiro contato com um produto, quando você ouve algo a seu respeito. Se você ouve pessoas falando mal do Windows Vista, mesmo sem conhecer e usá-lo diariamente, você já terá essa impressão que pode, em um futuro próximo, determinar se você comprará ou não o sistema. O livro mostra a preocupação de Jobs com todos os processos antes, durante, e depois da compra. Dos parafusos às embalagens, e até mesmo como os produtos se comportarão com os outros produtos que o comprador já possui.</p>
<p>Há uma característica marcante de Steve Jobs que eu enxergo em mim mesmo: a busca pela perfeição tanto nas interfaces quanto nas interações. <a href="http://rafaelmarin.com.br/o-design-e-o-web-designer/">Há <em>designers</em> e <em>designers</em> por aí.</a> Mas eu preciso compartilhar uma coisa com vocês, que aprendi lendo uma porção de livros (inclusive A Cabeça de Steve Jobs): eu não sou um Web <em>designer</em>, sou um <em>designer</em> de experiência. Eu, como <em>designer</em> de interação e <em>designer </em>de interfaces (que são coisas muito diferentes) devo me preocupar não com contextos isolados de etapas de um processo, mas como estas etapas interagem entre si.</p>
<p>Ao estudar <em>design</em> de interação, comecei a me dar conta que os projetos de sucesso <em>online</em> e <em>offline</em> são aqueles que exploram não somente como as coisas são mostradas para um usuário, mas qual a seqüência de etapas que completam os processos e qual a melhor maneira de otimizar os vínculos entre estas etapas, pois é neste quesito que &#8211; mesmo subconscientemente &#8211; o usuário considera sua navegação satisfatória ou não.</p>
<p>A Apple, segundo o livro, não se preocupou apenas em desenhar uma boa interface de usuário para seu <em>software </em>de edição de vídeos: estudou como as pessoas utilizam suas câmeras de vídeo portáteis. Desde a captura até a edição. Deste trabalho de pesquisa saíram grandes novidades que mudaram o mundo da computação pessoal e a vida das pessoas. A Apple desenvolveu a interface Firewire, otimizada para fluxo de vídeo, o software iMovie para tornar a edição divertida e descomplicada e um computador &#8211; o iMac &#8211; que além de possuir a conexão Firewire e de executar o iMovie, tornava o vínculo entre a câmera e o <em>software</em> <strong>simples</strong>.</p>
<p>Desde então, a Apple tem se preocupado em oferecer experiências. Você não compra apenas um iPod: você compra uma experiência entre você, o <em>player</em>, o iTunes e o seu Mac. Tudo isto, claro, foi trabalhado para que você não se preocupe com estas etapas. Você apenas precisa plugar seu iPod e o resto o seu computador e o iTunes se encarregam. Embora haja certas limitações, é uma concessão que você fez em nome de um produto que <em>simplesmente funciona</em>.</p>
<p>E é aqui o ponto onde eu quis chegar. Eu considero importante para o meu trabalho como <em>designer</em> de interação e de interfaces avaliar o projeto para torná-lo &#8220;invisível&#8221;, para que o artefato guie o usuário para a realização da tarefa com sucesso sem que ele precise antes aprender a usar as interfaces.</p>
<p>O <a href="http://www.brazandre.com/blog/82/the-new-macbook-pro-is-a-step-closer-to-a-nui-natural-user-interface">André Braz publicou em seu blog uma nota interessante sobre Interfaces de Usuário Naturais</a>, citando o <em>trackpad multi-touch</em> de seu MacBook Pro. Os movimentos feitos correspondem às ações de maneira natural, orgânica, sem que o usuário precise decorar sequências de comandos. Este é o foco ao projetar uma experiência com interfaces Web: tornás-la tão naturais que virem transparentes, que estejam lá dando o suporte à execução da tarefa mas que não se tornem um fator condicionante. Pelo menos é assim que eu vejo o assunto.</p>
<p>Enfim, o livro é muito bom para todos os profissionais, pois mostra que não há espaço para desleixo, que todas as etapas do processo de desenvolvimento de um produto são importantes mas que não acaba por aí. Pelo contrário, quando você entrega um produto ao usuário, sua experiência está apenas começando.</p>
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		<title>Saldo de livros lidos no primeiro semestre</title>
		<link>http://rafaelmarin.com.br/saldo-de-livros-lidos-no-primeiro-semestre/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não sou o tipo de cara que gosta de fazer review de livros. Já fiz algumas resenhas, na época que eu tinha bastante tempo durante o dia para escrever, mas acredito que encontrei uma maneira boa de compartilhar com meus leitores amigos o que eu tenho lido nos últimos tempos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou o tipo de cara que gosta de fazer <em>review</em> de livros. Já fiz algumas <a href="http://rafaelmarin.com.br/category/resenhas/">resenhas</a>, na época que eu tinha bastante tempo durante o dia para escrever, mas acredito que encontrei uma maneira boa de compartilhar com meus leitores amigos o que eu tenho lido nos últimos tempos. Postar aqui no blog está complicado, meu dia é quase sempre tão corrido, que quando chego em casa não quero saber de blogs, e-mails nem feeds.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-150" title="Livros lidos no primeiro semestre de 2008" src="http://static.rafaelmarin.com.br/blog/uploads/2008/07/prateleira.jpg" alt="" width="500" height="345" /></p>
<p>Estes acima são os livros que li e que quero compartilhar com você. Não encontrei maneira mais ilustrativa de mostrar vários livros ao mesmo tempo do que em uma prateleirinha que fiz no Fireworks. Fazer resenhas é algo que leva certo tempo, pois gosto também de opinar sobre os temas abordados em cada livro. Você já deve estar imaginando que as estrelinhas são um ranking da minha opinião sobre cada título, certo? Certo. Começando de cima, da esquerda para a direita. Vamos lá?</p>
<ul>
<li>Projeto Gráfico, de Antônio Celso Collaro. Summus Editora</li>
<li>Elementos do Estilo Tipográfico, de Robert Bringhurst. Editora Cosacnaify</li>
<li>Digital imaging for Photographers, de Adrian Davies e Phil Fennessy. Focal Press</li>
<li>Aprenda em 14 dias Fotografia Digital, de Haydenbooks / Rose, Carla. Editora Campus</li>
<li>Tipografia Pós-moderna, por João Pedro Jacques. Editora 2AB</li>
<li>Homepage Usability: 50 websites deconstructed, de Jakob Nielsen e Marie Tahir. New Riders Press</li>
<li>The Elements of Color, de Johannes Itten. Wiley</li>
<li>Fotografia Digital sem Mistério, de Altair Hoppe. Editora Photos</li>
</ul>
<h3>Meus critérios de avaliação</h3>
<p>Eu gosto muito de ler, e eu sinto bastante diferença entre um livro e outro. Cada autor imprime em sua obra um pouco da sua personalidade, através da maneira com que escreve. Não tenho, com absoluta certeza, autoridade para julgar ou questionar a qualidade das obras lidas. Todas elucidaram questões antes obscuras na minha cabeça, mas os livros avaliados em três e quatro estrelas não despertaram tanto interesse quanto eu imaginava. Sim, trouxeram assuntos importantes e conceituais à tona. Alguns são livros mais antigos, mas tratam daquela base teórica que raramente se altera.</p>
<p>Agora, os livros com cinco estrelas, são dignos de compra. Ainda não comprei nenhum dos três títulos assinalados com cinco estrelas, mas vou providenciar assim que possível. The Elements of Color, Elementos do Estilo Tipográfico e Homepage Usability: 50 Websites Deconstructed são verdadeiras bíblias de conhecimento em suas respectivas áreas, e valem releituras e até mesmo a compra, pois, além de tudo, são escritos pelos grandes gurus da Web e do design.</p>
<p>Estes são os livros que li, e se estão aqui nesta prateleira é por que merecem minha recomendação. São todos livros bons, mas uns são excepcionais. Vale ressaltar, claro, que é minha opinião, pessoal. Se você já leu algum dos livros e não concorda com a minha opinião, use o espaço dos comentários abaixo, ou escreva um post em seu blog e mande um trackback para cá!</p>
<p><em>Never stop reading, folks!</em></p>
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		<title>Usabilidade na Web, de Jakob Nielsen e Hoa Loranger</title>
		<link>http://rafaelmarin.com.br/usabilidade-na-web-de-jakob-nielsen-e-hoa-loranger/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 18:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Para muita gente, usabilidade só serve para deixar os sites quadrados e estáticos. Não é bem assim. Por incrível que pareça, é possível ter certa liberdade no design aplicando as diretrizes já documentadas. O livro Usabilidade na Web: Projetando com websites com qualidade é um marco &#8211; pelo menos pra mim &#8211; na história da Web, pois além de tudo mostra que conseguimos layouts bonitos e atraentes. O foco do livro é, basicamente, para empresas que querem fazer negócios através do site, e para os responsáveis pelo projeto desses websites. Comércios eletrônicos, páginas corporativas, enfim. O foco não é o de sites experimentais, miguxos, ou sites que não querem fazer business pela Web. O que posso dizer é que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="hhttp://static.rafaelmarin.com.br/blog/uploads/2007/11/101435.jpg" alt="Jakob Nielsen e Hoa Loranger - Usabilidade na Web" /></p>
<p>Para muita gente, usabilidade só serve para deixar os sites quadrados e estáticos. Não é bem assim. Por incrível que pareça, é possível ter certa liberdade no design aplicando as <a href="www.nngroup.com/reports" rel="external">diretrizes já documentadas</a>. O livro <strong>Usabilidade na Web: Projetando com websites com qualidade</strong> é um marco &#8211; pelo menos pra mim &#8211; na história da Web, pois além de tudo mostra que conseguimos layouts bonitos e atraentes.</p>
<p>O foco do livro é, basicamente, para empresas que querem fazer negócios através do site, e para os responsáveis pelo projeto desses websites. Comércios eletrônicos, páginas corporativas, enfim. O foco não é o de sites experimentais, <em>miguxos</em>, ou sites que não querem fazer <em>business</em> pela Web.</p>
<p>O que posso dizer é que o livro é bastante exemplificado (com sites reais, de grandes empresas), mostrando os erros mais comuns e os acertos também. Vale a pena comprar, não é tão barato assim (dependendo do conceito de &#8220;barato&#8221; de cada um). Como um investimento, vale a pena pois agrega muito conhecimento.</p>
<p>Entre as cinco mensagens principais que pude tirar do livro, são elas:</p>
<ul>
<li><strong>Encontrabilidade.</strong> Se o usuário não encontrar algo facilmente em seu site, ele achará que não existe e sairá do seu site.</li>
<li><strong>Não quebre o botão Voltar.</strong> O segundo recurso mais usado na navegação, depois dos cliques, é o botão Voltar.</li>
<li><strong>Navegação consistente.</strong> O usuário tem direito de saber que ele ainda está no mesmo site.</li>
<li><strong>Trate bem o conteúdo.</strong> Imagens não fazem com que alguem feche um negócio pela Web, mas o conteúdo.</li>
<li><strong>Adapte os textos para a Web.</strong> Usuários gostam de textos legíveis e curtos, que transmitam a mensagem sem enrolação. Chamamos isso de <em>webwriting</em>.</li>
</ul>
<p>Pontos não tão positivos, mas que devem ser levados em consideração:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://rafaelmarin.com.br/usabilidade-todos-os-sites-tem-que-ser-usaveis/">Seu site precisa ser usável?</a></strong> Seu site <em>miguxo</em> não precisa ser usável.</li>
<li><strong>Tudo depende.</strong> Existem contextos e contextos, e às vezes não vale a pena ser tão radical.</li>
<li><strong>Cada site deve ser analisado de maneira diferente.</strong> Pela mesma razão de cima: existem contextos diferentes, e objetivos diferentes para cada site.</li>
<li><strong>Realidades diferentes.</strong> Não construa um website com estatísticas dos Estados Unidos. Cada povo vê as coisas de maneira distinta.</li>
</ul>
<p>Se quiserem meu conselho, não comecem a fazer Web sem ler um livro de Jakob Nielsen. Seu ponto de vista parece extremista, &#8220;quadrado e estático&#8221;, mas tudo isso é fruto de pesquisa, e as diretrizes não existem para afrontar os desenvolvedores, mas sim para guiá-los para um projeto que traga retorno efetivo para todos.</p>
<p><a href="http://www.campus.com.br/script/CpsMontaFrame.asp?pStrCodSessao=D0183AE7-6358-4A87-9C9E-6B0260DDFBE0&amp;pIntCodProduto=0&amp;pIntCodParceiro=0" rel="external">Compre o livro na Editora Campus/Elsevier</a></p>
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		<title>Não me faça pensar, de Steve Krug</title>
		<link>http://rafaelmarin.com.br/nao-me-faca-pensar-de-steve-krug/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2007 22:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que qualquer profissional que trabalhe com Internet &#8211; seja ele desenvolvedor, gerente de projetos ou designer &#8211; deva ter conhecimentos básicos de usabilidade. Usabilidade, eu acredito, é um assunto difícil de aprender sem livros. Mesmo com blogs e blogs escrevendo a respeito, nada como um bom e velho livro impresso. Está tudo lá, junto, e escrito por alguém que sabe do que está falando. Não me faça pensar, de Steve Krug, é um livro ótimo para quem está começando a se interessar por usabilidade. O clássico de Krug esgotou em sua primeira edição, e agora encontra-se ? venda em nova versão, revisada e com algumas mudanças. HTML e CSS não são (mais) suficientes hoje, infelizmente. Onde colocar a informação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://static.rafaelmarin.com.br/blog/uploads/2007/07/dont_make_me_think.jpg" alt="Capa do livro “Não me faça pensar”, de Steve Krug" /></p>
<p>Acredito que qualquer profissional que trabalhe com Internet &#8211; seja ele desenvolvedor, gerente de projetos ou designer &#8211; deva ter conhecimentos básicos de usabilidade. Usabilidade, eu acredito, é um assunto difícil de aprender sem livros. Mesmo com blogs e blogs escrevendo a respeito, nada como um bom e velho livro impresso. Está tudo lá, junto, e escrito por alguém que sabe do que está falando.</p>
<p><strong>Não me faça pensar</strong>, de Steve Krug, é um livro ótimo para quem está começando a se interessar por usabilidade. O clássico de Krug esgotou em sua primeira edição, e agora encontra-se ?  venda em nova versão, revisada e com algumas mudanças.</p>
<p>HTML e CSS não são (mais) suficientes hoje, infelizmente. <em>Onde</em> colocar a informação é tão importante quanto <em>como</em> colocá-la, mas em muitos projetos não ligamos para esses detalhes, que fazem toda a diferença na experiência do usuário.</p>
<p>Para mim, o título do livro (&#8220;Não me faça pensar&#8221;), é uma síntese do que é a usabilidade. Usabilidade é criar experiências onde os usuários não precisem pensar, fazendo das interfaces agentes que facilitem a execução de tarefas.</p>
<p>Quando li o livro vi que, de certa forma, tudo o que o autor escreveu eu já sabia. Pois eu não sou só desenvolvedor, mas também usuário. Assim, também sinto quanto um site carece de um botão aqui, um botão acolá.</p>
<p>Steve mostra em seu livro exemplos de sites clássicos e de modelos de navegação também clássicos &#8211; e o que há de errado neles. O autor não é somente um profundo conhecedor de usabilidade, mas também é um ótimo escritor (no meu ponto de vista, é claro). Não tive a chance de ler a versão em inglês, mas a versão traduzida é de leitura agradabilíssima, com aquele jeitinho blogueiro de escrever ao qual estamos acostumados.</p>
<p>A usabilidade é para a experiência do usuário o que a semântica é para o código. Vale a pena ler, mesmo. Você passa a pensar em coisas muito mais importantes do que as firulas fúteis que te causam dor de cabeça.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=157586&amp;ST=SE" rel="external">Compre este livro no Submarino</a></p>
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		<title>Tirando dúvidas de inglês, de Michael A. Jacobs</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2007 16:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rafaelmarin.com.br/2007/03/16/tirando-duvidas-de-ingles-de-michael-a-jacobs/</guid>
		<description><![CDATA[Desenvolvedores devem ser cidadãos globalizados, inclusive no que se refere ao idioma universal, o bom e velho Inglês. Mas aprendê-lo nem sempre é muito fácil, pois depende da motivação pessoal do indivíduo. Embora existam inúmeros materiais didáticos, franquias de escolas de Inglês a cada quadra, mais material pela Web afora, sempre fica aquela dúvida pendente. No livro Tirando dúvidas de inglês de Michael A. Jacobs, o idioma inglês é abordado de maneira diferente, com base nos problemas reais dos brasileiros com o idioma inglês. Neste livro, ele responde cerca de 200 perguntas comuns entre os brasileiros. São dúvidas enviadas de gramática, contrações, pronúncia, sintaxe, expressões e vocabulário. Além disso o autor inclui no fim do livro as suas impressões sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://static.rafaelmarin.com.br/blog/uploads/2007/07/tirando_duvidas_de_ingles.jpg" alt="Capa do livro Tirando dúvidas de Inglês, de Michael A. Jacobs" /></p>
<p>Desenvolvedores devem ser cidadãos globalizados, inclusive no que se refere ao idioma universal, o bom e velho Inglês. Mas aprendê-lo nem sempre é muito fácil, pois depende da motivação pessoal do indivíduo. Embora existam inúmeros materiais didáticos, franquias de escolas de Inglês a cada quadra, mais material pela Web afora, sempre fica aquela dúvida pendente.</p>
<p>No livro <strong>Tirando dúvidas de inglês</strong> de Michael A. Jacobs, o idioma inglês é abordado de maneira diferente, com base nos problemas reais dos brasileiros com o idioma inglês.</p>
<p>Neste livro, ele responde cerca de 200 perguntas comuns entre os brasileiros. São dúvidas enviadas de gramática, contrações, pronúncia, sintaxe, expressões e vocabulário. Além disso o autor inclui no fim do livro as suas impressões sobre a parte do processo de aprendizagem em si &#8211; e não da linguagem, como a fluência, a compreensão auditiva e as tais &#8220;traduções mentais&#8221;.</p>
<p>O que achei interessante é que o autor distribuiu ao longo do livro diversos tópicos explicando os porquês do Inglês ser mais fácil do que o Português, citando exemplos práticos. Além disso, ele não é um simples professor de Inglês, ele é um falante nativo do idioma &#8211; o que desperta certa confiança no leitor. Para se ter uma idéia, existem inúmeras perguntas de professores brasileiros de inglês ao decorrer do livro.</p>
<p>Para quem tem interesse em melhorar o seu Inglês, vale a pena comprá-lo. Lembrando que todos sempre temos o que melhorar, seja em Português, seja em Inglês.</p>
<p>O autor escreveu outros títulos também, e colabora com o <a rel="external" href="http://www.teclasap.com.br/blog/">Tecla SAP</a>, do <a href="http://www.teclasap.com.br/blog/2007/10/25/meu-perfil/">Ulisses Wehby de Carvalho</a>, referência nacional de blog sobre o idioma, onde publica  juntamente com outros autores artigos relacionados a aprendizagem de Inglês.</p>
<p>Recomendo. Mesmo.</p>
<p><a rel="external" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=207882&amp;ST=SR">Compre este livro no Submarino</a></p>
]]></content:encoded>
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