Conheço muita, muita gente – principalmente clientes – que ainda estão felizes navegando na Web usando o Internet Explorer 6. Embora já faça um tempinho, o lançamento do Internet Explorer 7 trouxe dois lados distintos para nós, desenvolvedores Web. Talvez quem não conheça os padrões Web, a maneira correta de desenvolver, não tenha se importado muito. Mas nós, fiéis adeptos dos bons costumes, nos deparamos com mais um incômodo. Sim, caros amigos leitores, se já não bastassem algumas incompatibilidades com a versão 6, temos hoje também que nos preocupar com correções de bugs para a versão 7. De certa forma, a empresa de Redmont criou uma preocupação a mais para nós, visto que a migração é algo difícil – especialmente …
XHTML & HTML
Tutorial: Página HTML básica – Parte 1
O departamento de produções audiovisuais tem a honra de aprensentar o primeiro screencast feito por mim, o que é sinônimo de que está bem travado, mal-feito e mal-editado. Direto do CamStudio para o Codeshow Videos da Visie. Mesmo assim, é um tutorial básico que ensina a montar o HTML de uma página “tableless”. Em uma próxima oportunidade eu posto a segunda parte, com a camada de apresentação – o CSS. Link para o vídeo [update] Link para o HTML do tutorial
O elemento address
Não é necessário saber muito de inglês para concluir que, provavelmente, o elemento address do XHTML sirva para marcar endereços. Na verdade, nem só endereços: address também marca qualquer tipo de informação de contato. Todos conhecem, certo? Certo (ou quase todos). Todos usam? Na verdade não. Geralmente o pessoal apela pela tag soup. Dentro do elemento address você é livre para inserir quaisquer outros elementos inline, como a, span, strong, e por aí vai. Na realidade, é um elemento simples de ser entendido. Vamos a um exemplinho (tirado do código-fonte do site da Visie): <address> <a href=”http://visie.com.br/” class=”logorodape”>Visie Treinamentos Web</a> <span> Av. Fagundes Filho, 145, Ed. Austin, Conj. 58 <br/> CEP: 04304-010, Vila Monte Alegre, São Paulo – SP <br/> …
HTML 5: Avanço ou retrocesso?
[update] O autor do 456 Berea Street fez algumas reconsiderações sobre o artigo Help keep accessibility and semantics in HTML (em suma, traduzido, a seguir) no artigo que publicou hoje, Another look at HTML 5. Explica que parte dos tópicos que citou anteriormente podem ter sido fruto de mal entendimento. Em Another look at HTML 5, reitera o conteúdo do artigo Help keep accessibility and semantics in HTML, detalhando mais sua posição quanto ao assunto. Leitura importante. Depois do que li no 456 Berea Street, fiquei pasmo com a mente de alguns membros do W3C HTML Working Group. Tem gente por lá dizendo, em outras palavras, que semântica e acessibilidade não são importantes. Veja só: Há pessoas contra o valor …
Negociação de conteúdo
Embora o XHTML devesse ser servido com o MIME application/xhtml-xml, nem todos os browsers estão aptos a entender este MIME Type. Neste contexto, técnicas de negociação de conteúdo – ou content negotiation em inglês – podem ser utilizadas para enviar ao agente de usuário diferentes MIME Types, de acordo com o que cada um deles aceita. A esmagadora maioria utiliza o MIME Type text/html para servir documentos XHTML, embora não seja a maneira correta. De acordo com a nota não-normativa da W3C, XHTML Media Types, ‘application/xhtml+xml’ SHOULD be used for serving XHTML documents to XHTML user agents. Authors who wish to support both XHTML and HTML user agents MAY utilize content negotiation by serving HTML documents as ‘text/html’ and XHTML …
O que você vê, o que você quer dizer
Já dizia minha avó que os CMS’s não se dão muito bem com os desenvolvedores dentro dos padrões. Como todos nós bem sabemos, isto se deve a presença dos editores WYSIWYG (O que você vê é o que você obtém). É característica vital da maioria deles a geração de um código poluído, confuso e nada semântico. Muitas vezes não adianta entregar o site 100% compliant e o cliente próprio atualizar o site com o editor que você instalou, e o cliente atualizar sem se importar com o código, fazendo o trabalho ir por água abaixo. Uma solução seria ensinar o cliente a utilizar códigos como BBCode dos fóruns e o Markdown da Wikipedia. Nem pensar, não é? Neste cenário está …
Cartilhas legais para a aprendizagem
Talvez os desenvolvedores que estão há mais tempo nessa história de padrões web – abandonando definitivamente os editores visuais – possam desconsiderar a dica que segue. Contudo, para os iniciantes, a dica é bem útil, vi lá no blog do Pedro Rogério, o Pinceladas da Web. Existem espalhadas pela web algumas cartilhas, ou cheat sheets, que facilitam bastante o trabalho de quem está começando. São grandes tabelas que contém todos os elementos do HTML, CSS, JavaScript e Microformatos, e que quebram um galho enorme algumas vezes quando um elemento ou outro escapa da mente. Mas, para não dar uma de parasita e consumir a banda dos outros, fiz o upload dos arquivos (que estão em PDF) no meu servidor. Faça …
Microformatos
Imagine a quantidade de informação que trafega pela web a cada segundo. Para que os agentes de usuário entendam o que toda essa informação significa – o que chamamos de semântica – todo este conteúdo é gerado com marcações, padronizadas. Como em todos as páginas – teoricamente – os parágrafos de texto estão marcados com a tag <p>, fica fácil para os programas que lêem estes documentos reconhecer o significado do conteúdo. O mesmo ocorre com todas as outras tags do HTML e XHTML.
Validação vs. Semântica
Lendo alguns artigos ? respeito de Validação e Semântica, como o artigo que o Henrique do Revolução Etc escreveu sobre o assunto, resolvi criar a minha versão para este assunto. Talvez eu seja o centésimo que esteja escrevendo sobre isto, mas não importa. Round 1: Validação Muitos pensam pensam que um site validado pelo W3C é o suficiente, principalmente os iniciantes no assunto de Web Standards. É fundamental que o desenvolvedor conheça ao menos qual o papel real do Validador da W3C. Ao validar o código, você apenas verifica que não há nenhum erro de sintaxe, como uma tag que não foi fechada, e coisas do gênero. Só, e nada mais. Round 2: Semântica Talvez seja uma das gafes mais …
Vida longa à tag Q
Após ler no A List Apart sobre a tag <q>, resolvi fazer uma versão em português. A tag <q> existe há aproximadamente 9 anos, desde a primeira versão do HTML 4.0. Sua principal função é exibir citações (quotations) curtas e inline, que não necessitem de quebras de parágrafo. A tag <q> é muitas vezes associada com a tag <blockquote>, que é usada para grandes citações, em forma de bloco. Desde a implementação da tag junto ao HTML 4.0, ela nunca foi totalmente compatível com o IE para Windows. Teoricamente, antes e depois conteúdo dentro da tag <q> deveriam ser renderizadas aspas. Mas o IE não o faz. Talvez este seja um dos motivos pelo qual muitos desenvolvedores deixam de usar …