O Júlio iniciou uma discussão que merece mais que um simples comentário. Estamos passando por uma série de mudancinhas no cotidiano que influenciam diretamente na nossa produtividade. Eu, Rafael, estou caminhando em direção ao design, estudando teoria, buscando muita inspiração. Mas, mesmo assim, continuo amando a dobradinha XHTML+CSS e um pouco de programação.
Mesmo trabalhando com design, a gente acaba fazendo um pouco de código também, é bom e faço questão de continuar fazendo. Vejo meu progresso no design diariamente, a cada trabalho entregue, a cada cliente satisfeito. Mas na programação eu estive um pouco relaxado nos últimos anos. Fiz um bom trabalho com Padrões Web, e hoje domino XHTML e CSS. Mas com PHP era diferente.
Eu já tinha começado a estudar CakePHP um tempinho atrás. A idéia do framework era ótima, mas eu não entendia como ele funcionava, pois todo o código é orientado a objetos. Esse ano resolvi estudar um pouco sobre os conceitos da orientação a objetos e também um pouco da organização de software seguindo o pattern MVC. Foi aí que Ruby on Rails e CakePHP começaram a fazer muito sentido para mim. São ambos frameworks que, no meu ponto de vista, são muito parecidos no funcionamento.
A questão não é se eu prefiro Rails, Django ou Cake, mas a questão é que eu estou usando um framework. Ponto. Depois de assistir algumas palestras do Elcio, a gente aprende que precisa mesmo ser mais produtivo, e que uma das melhores maneiras é usar um framework, ou criar o seu próprio. Estou me distanciando um pouco da programação ultimamente; reconheço. Mas mesmo assim, toda esse estudo tem valido a pena.
Acho interessante, mais do que usar um framework criado por outros, criar o seu próprio. Ou sua biblioteca, que seja. Eu já tinha percebido que reinventava a roda a cada novo site que começava, e já tinha feito uma pequena biblioteca padrão para os novos sites. Isso é bem bacana, evita bastante retrabalho.
Próximo passo: Controle de versão
No início é complicado, e parece trabalhoso. Pode até ser, mas estamos perseverantes. Queremos tentar usar controle de versão pois, se não fosse bom, tanta gente não estaria falando tão bem. Não me lembro de ter perdido arquivos por conta de trabalho em equipe, mas já sofri com código espalhado em vários lugares. Por isso, é interessante pensar na implantação do controle de versão do código.
Conclusão: Não seja preguiçoso!
Permanecer no status quo é fácil, muito cômodo. Anime-se, desenvolvedor! Tanto comodismo é prejudicial à produtividade, e quem ainda nem se importa com isso não tem muito futuro. A programação se torna divertida quando há organização, pois tomando certas medidas para aumento de produtividade, o trabalho se torna muito mais fácil.
Legal, eu sou o oposto.
Caminho em direção a programação mas continuo amando o design e estudando por conta própria. Afinal, quer coisa melhor do que saber essas duas coisas?!
Orientação é algo que preciso aprender urgentemente, e controle de versões também é algo que eu deveria usar.
E é isso, o importante é manter a produtividade!
Importantíssimos passos vocês estão dando. Seja usando PHP, Ruby ou Python, o uso de um framework é essencial para a produtividade e mesmo a organização de um projeto.
A partir daí, o controle de versão vem pra somar e garantir mais segurança e praticidade no rabalho em equipe.
Grande abraço e tomara que dê tudo certo com vocês nessa nova etapa. Se trabalhar em equipe é bom, quando a equipe é sintonizada entre si e antenada às novidades, é melhor ainda.
Controle de versão além de essencial é viciante, pois depois que vemos o tanto de benefícios, adotamos ele como uma ferramenta padrão, mesmo sem necessidade.
Exemplo: Em um skin de wordpress, podemos revisar todos os commit’s de cagadas.
Abraço.
Achei massa o post, e interessante um “designer” como um conceito tão bem definido que muitos, mas digo, muitos programadores que conheço e que já conheci nesse mundão de Deus. Parabéns!!